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## Resumo Executivo
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# Mudanças no Facebook em 2026: Automação por Inteligência Artificial e Aumento de Custos Impactam Anunciantes Brasileiros

## Resumo Executivo
Em 2026, o Facebook atravessa uma fase de transformações profundas impulsionadas pela inteligência artificial, que automatiza a criação e otimização **Facebook desativa botões Curtir** de anúncios, e por ajustes fiscais que elevam os custos em 12,15% no Brasil devido à repactuação de impostos como PIS/COFINS e ISS.

**Facebook desativa botões Curtir** Essas novidades afetam diretamente marcas, criadores de conteúdo e gestores de redes sociais, priorizando conteúdos autênticos e estratégias híbridas entre orgânico e pago.

No mercado brasileiro, com alta penetração digital, as adaptações demandam planejamento para manter o alcance em meio a algoritmos mais seletivos e personalização geolocalizada.[1][2]

## Introdução
No cenário digital de 2026, o Facebook consolida sua posição como principal plataforma de interação social e publicidade no Brasil, com mais de 130 milhões de usuários ativos mensais no país, segundo dados internos da Meta.

Mudanças estratégicas recentes, anunciadas no Meta Blueprint, marcam uma virada para a automação total por inteligência artificial na criação de anúncios, permitindo que pequenas e médias empresas gerem campanhas sofisticadas sem equipes especializadas.

Paralelamente, a partir de 1º de janeiro, a plataforma repassa impostos locais diretamente aos anunciantes, elevando os custos em 12,15%, reflexo da reforma tributária brasileira que alinha o Brasil a padrões globais.[1][2]

Essas decisões respondem a um comportamento online mais maduro, onde usuários brasileiros demandam conteúdos personalizados e experiências autênticas, enquanto marcas buscam eficiência em um ambiente de algoritmos rigorosos.

A recomendação de posts de contas não seguidas, já em vigor, expande o alcance orgânico, mas exige qualidade superior para competir.

No Brasil, onde o comércio eletrônico via redes sociais cresce 25% ao ano, essas atualizações redefinem estratégias de marketing digital, equilibrando razão algorítmica com conexões humanas.[3][4] Essa transição impacta diretamente o dia a dia de social medias, criadores e negócios, demandando adaptações rápidas para sustentar engajamento e conversões.

## Atualizações recentes da plataforma priorizam automação e personalização avançada
A Meta oficializou, no início de 2026, um plano para automatizar completamente a criação de anúncios usando inteligência artificial até o final do ano, uma mudança que altera o fluxo de trabalho de anunciantes no Facebook.

Essa ferramenta gera imagens, vídeos curtos e textos otimizados a partir de um simples briefing da marca, eliminando etapas manuais de produção.

Para o público brasileiro, isso democratiza o acesso a recursos antes exclusivos de grandes agências, permitindo que empreendedores locais criem campanhas geolocalizadas em tempo real, adaptadas ao comportamento de navegação e interações prévias dos usuários.[1]

Outra novidade em vigor desde o final de 2025 é a recomendação algorítmica de conteúdos de contas não seguidas, expandindo o alcance orgânico no feed principal. No Brasil, isso beneficia criadores de nichos como culinária regional e esportes, onde posts autênticos ganham visibilidade além dos seguidores diretos.

A plataforma também integra dados unificados entre conteúdos orgânicos e pagos, sincronizando automaticamente posts para remarketing inteligente, o que otimiza o desempenho sem intervenção constante.[4]

Essas atualizações refletem uma estratégia global da Meta para combater a fragmentação de atenção, com testes no Brasil mostrando aumento de 18% na taxa de cliques em anúncios personalizados por localização. No entanto, especialistas alertam para o risco de homogeneização de conteúdos, recomendando que marcas preservem toques humano Meta aumenta custos de anúncios em 12,15% no Brasil